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Post patrocinado: a brasilidade da Grimmer

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Eu amo descobrir marcas novas, brasileiras, que estão começando e já tem um trabalho lindo e cheio de dignidade pra mostrar. Geralmente, eu as encontro, fuçando por aí por essa net sem fim, ou xeretando achados das amigas (nada como ter amigas que sabem das coisas). Mas com a tal marca que falaremos hoje, o negócio foi um pouquinho diferente: eu tava lá sentadona no meu sofá, postando e vendo Downton Abbey e a Grimmer me encontrou.

O email que eu recebi falava mais ou menos assim ó: "Jojô, a gente gosta de você e queria fazer uma parceria. Somos uma marca brasileira que faz bolsas de couro estampadas. A nossa última estampa foi inspirada no Inhotim." Pronto. Bastou isso e a Grimmer ganhou o meu coração.

Quem lê o blog sabe que eu já estive lá no Inhotim e voltei simplesmente apaixonada. Pra quem não conhece, trata-se do maior museu a céu aberto do Brasil, e fica localizado logo ali em Brumadinho, pertinho de BH. As meninas da Grimmer, também amaram Inhotim e usaram fotos de lá (tiradas por elas mesmas) pra compor a estampa "Inhotim" que enfeita várias de suas bolsas dessa coleção.


O mais legal, na verdade, é que a inspiração brasileira não pára em Inhotim, a outra estampa da coleção foi inspirada num painel do Burle Marx que fica dentro do Instituto Moreira Salles no Rio.


Bem, conversamos, elas me contaram tudo da marca e me mandaram a bolsa maxi Inhotim pra eu mostrar por aqui. Fiquei chocada quando ela chegou aqui em casa porque a bichinha é maxi mesmo. Cabe a vida, cabe o mundo, cabe gato, cachorro, papagaio. O legal é a maneira como elas usaram a estampa, num desenho super geométrico que valoriza o design da bolsa e com a aplicação do couro verde que dá um super contraste bonito com o preto e com a estampa.

Daí fui pensar num look pra usar com a bichinha e cheguei à conclusão de que ela deveria ser o centro das atenções. Bolsas com muita personalidade trazem essa facilidade pra vida da gente: não precisa de muito mais do que ela pra compor um look. Entonces, optei por um vestidinho preto básico e um maxi quimono (falo dele pra vocês num outro post - haja história pra contar!). Já que a bolsa era maxi, achei que o maxi quimono complementou bem o look e, como ele é de seda, nada poderia ser mais levinho.


Cabelo solto, meio juba mesmo e look all black. Praticamente um quadro negro no fundo pra deixar a bolsa aparecer.


É isso, minha gente. Deixo aqui o meu pleito pra gente revirar esse Brasil em busca de marcas nacionais e bacanas como a Grimmer (e a MyFots, a Nuage, a Adô, todas essas que a gente tem o meio prazer de mostrar pot aqui). Tem tanta marca brasileira legal, tanta gente criativa e bacana produzindo coisas de qualidade e com inspirações lindas, que a gente tem que prestigiar.

Então, se você conhece uma marca local que é linda e você ama, manda pra mim também! Vou amar conhecer e contar pra todo mundo por aqui!

Créditos:

Vestido: Youcom
Quimono: Kimonaria
Bolsa: Grimmer
Sandália: Melissa

Sexta Casamenteira (no domingo): adereços de cabeça

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Quando a Sexta Casamenteira volta num domingo, há de se compreender o caos em que a vida se encontra. Mas, pra compensar o recesso da Sexta e o atraso da sua volta para o domingão, eis um post lindão e caprichadão.

O assunto (convenientemente) é algo que estou, justamente, tentando resolver no momento (na verdade, finalmente, minha busca chegou a um fim, na semana passada, super por acaso, mas falaremos disso em mais detalhes lá em fevereiro).

Juro que achei escolher o adereço de cabeça uma das coisas mais difíceis de escolher do casamento inteiro. Especialmente porque, quando a gente escolhe o vestido, ainda nem está pensando no que usar na cabeça. Pois é. Claro que, por um lado, isso facilita o processo, afinal de contas, o vestido "dita" muito do que vai ser o cabelo, por outro lado, ele restringe e, muitas vezes, o que você tinha imaginado pra cabeça, não combina tanto com o que você imaginou pro vestido (confesso, tô falando de mim).

Então, a minha primeira dica pra você que tá procurando algum adereço de cabeça pro casório é: tenha sempre o vestido em mente (e, se possível, em mãos, pra provar junto). Especialmente, porque o adereço de cabeça tem quase a mesma importância quando o vestido na hora de definir o seu estilo como noiva.

Eu já tinha decidido, desde o início, que eu não queria usar véu e grinalda daquele jeito mais tradicional. Eu me considero uma noiva bem pra frentex (casamento na praia, sem igreja, etc), entonces, queria uma coisa na cabeça que refletisse isso, nada daquela cena clássica do noivo levantando o véu. Por isso, toda a minha pesquisa de adereços de cabeça foi na direção dessas opções menos tradicionais. E, hoje, excepcionalmente no nosso Domingo Casamenteiro, resolvi dividir com vocês as categorias que descobri e que entraram no meu hall de consideração.

Categoria 1: Flores

Se o casamento é na praia, a gente pensa logo em flores na cabeça. Ou pelo menos, eu pensei. É a opção mais óbvia e mais combinante com o clima praiano. É romântico, bucólico, charmoso. Mas flores ainda é uma categoria bem genérica. Dá pra ser coroa, dá pra ser só uma aplicação ali no coque, dá pra ser com cabelo solto, num estilo mais boho, dá pra ser com tudo presinho, bem clássico. O que não dá pra negar é que tem tudo a ver com natureza e com casamentos ao ar livre.


Categoria 2: Faixa

Uma coisa, assim, super boho. Uma coisa assim despojada e cheia de personalidade e, ao mesmo tempo, que dá pra ser podre de chique. As faixas com apliques, tem carinha vintage e combinam com vestidos fluidos e com igual perfume antiguinho, tipo anos 20. Acho super lindo combinar as faixinhas super adornadas com makes super naturais pra contrastar. Combinam com casamentos de dia e à noite.


 Categoria 3: Tiara

Para noivas princesas. Calma! Não precisa ser princesa de contos de fadas e vestidos bufantes. Precisa ser romântica, fofa, amor purinho. Hoje em dia, tem tiara de todo tipo, mas todas elas carregam essa coisa mais romântica. Eu gosto, particularmente, das versões que tem carinha de folhagens douradas, mas, de novo, dá pra achar uma tiara pra qualquer gosto. Uma coisa importante: todas as referências de penteados com tiara são com cabelos presos. Se você vai apostar num cabelão solto, melhor investir em outro adereço.


Categoria 4: Redinha

Olha o vintage de novo aí gente! As redinhas tem carinha de noiva antiguinha e são uma boa alternativa pra quem não quer abrir mão totalmente da história do véu. A redinha dá aquele ar de mistério que toda noiva quer ter no dia do casório. O legal é que dá pra usar de vários jeitos também: com maxi flores, com fascinator mais discretinho: tudo depende do seu estilo.


Categoria 5: Laçarotes

Eu amo noivas de laçarotes. Pode ser no vestido, pode ser no sapato, pode ser na cabeça. Acho coisa linda de Jesus. Acho fofo, romântico, meigo. O legal é que, dependendo do seu estilo, dá pra usar um lacinho super delicado e pequeno ou uma coisa super dramática, grandona e exótica que vai virar o centro das atenções do look. Se esse for o caso, recomendo um vestido bem mais minimalista pra não brigar e deixar o laço brilhar por conta própria.



Bem, tá aí o meu top 5 de categorias de adereços de cabeça.

O meu vai ser da Emannuelle Junqueira, queridona que me fez me encontrar de última hora, numa das peças sensacionais dela (cê sabia que ela tem adereços de cabeça? Eu não sabia!). Outra opção bacana é a Tula Casqueteria, em São Paulo: jovem e cheia de ideias boas e preço amigo (levando em conta os preços do mercado casamenteiro).

Eita que eu tô ansiosa pra mostrar o meu pra vocês! E só falta pouco mais de um mês! Ui!

A blogueira trapalhona

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Acho que vou ganhar o troféu de blogueira mais atrapalhada dessa blogosfera. Fui passar o fim de semana no Rio, toda feliz e contente, com o computador embaixo do braço e a câmera a tiracolo, somente para me dar conta, depois das 5 horas de estrada, que tinha esquecido o chip da câmera em casa. Ou seja, não consegui postar as fotos do finalzinho da semana passada (que eu ainda não tinha baixado) e não consegui tirar nenhuma foto no finde.

Mas a trapalhada não pára por aí! Cheguei ontem à noite e tratei de catar o tal chip esquecido, somente para me dar conta de que... ele estava na minha mochila durante todo esse tempo!

Bem, então aí vai o último look da semana passada, com 4 dias de delay. Mas, apesar do atraso, prometo que o look é caprichado.


Cês lembram que a semana foi do vestido branco, né?

Como era o último dia da semana, resolvi trazer o vestido branco na íntegra novamente. E sabe o dia que cê tá inspirada? Eu tava, assim, sonhando com uma coisa ultra chique e linda. Como tinha reunião no dia, almoço, coisas que exigem elegância e que proporcionam ar condicionado, resolvi apostar no combo vestido branco + blazer branco por cima dos ombros (acho tão bonito usar por cima dos ombros :-). Coisa mais chique e mais fácil não há.


Mas, de verdade, acho que o fez a diferença mesmo no look foi a combinação do branco com os acessórios marrons: cinto com spikes e bolsa redonda no mesmo tom. E o contraste do marrom no branco parece que fez bem pra ambos: deixou o branco ainda mais branco (sem precisar de sabão em pó) e deu um destaque lindo pro marrom no fundo branco.


Pronto. Terminamos a semana! Ufa! E o chip está são e salvo!

Amanhã tem mais aventuras da blogueira trapalhona!

Créditos:

Vestido: Nuage
Blazer: Mango
Cinto: C&A
Bolsa: Marc Jacobs
Sandália: Schutz

Semana temática: vestidinho branco - looks 3 e 4

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Ontem faltou luz aqui em casa simplesmente de 4 e meia da tarde até 1 e meia da matina. Por conta disso, o look duplo pra tirar o atraso da nossa semana ficou pra hoje. Então, prepara que agora é hora do show do vestidinho branco.

Então, vamo começar ousando e vamo fazer o vestido virar saia, porque, afinal, quem não ama uma saia branca, longuete e plissada no meio do verão. Coisa linda e chique de meu Deus. Entonces, ontem foi dia de transformar o vestido em uma saia muito da elegante.


A ideia foi simples. Uma blusinha navy bom cima do vestido, com um cinto pra dar o acabamento. E daí que eu tô num clima muito tropicaliente e turbante com cabelo preso e pescocinho livre, leve solto é, realmente, coisa divina (e eu tô amando esses turbantes mais reforçados).

E finalizei com dois colares poderosos. O legal dessa história é conseguir misturar esse clima minimalista, navy, super chic com um batonzão vermelho e um turbantão e maxi colares.


Daí vamos ao look de hoje. Mais uma dia na tentativa de ficar na elegância e fazer bonito no trabalho. Hoje, numa versão mais lady, mais mocinha, mais charmosa. Basta pegar o vestidão, jogar uma saia florida super delicada por cima e jogar o cabelo de ladinho só pra dar um charme.


Se você ainda tá meio cabrera pra usar o vestido como saia, o vestido como blusa é muito mais fácil! É só tacar por cima! Dificuldade 0 na dança do créu, basta escolher uma saia linda, jogar em cima do seu vestido lindo e fica tudo lindo.


Pronto, dois looks. Um com vestido saia e um com vestido blusa. Versatilidade, a gente vê por aqui. ;-)

E amanhã tem post bônus pra gente completar a semaninha!

Créditos:

Look 1

Vestido usado como saia: Nuage
Blusa: Topshop
Cinto: Marc Jacobs
Colares: Q-Guai
Sapato: Zara
Turbante: American Apparel

Look 2

Saia: Maria Bonita Extra
Blusa: Nuage
Sapato: Zara


Semana temática: vestidinho branco - look 2

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Na terça, a gente começou uma mini semana temática aqui no blog com um vestidinho branco que foi feito para esse calorão de verão.

No look de ontem, nosso segundo look da mini semana, resolvi tirar um velho truque da manga e transformei o vestido numa blusinha super charmosa. Pra quem não lembra os princípios básicos da utilização do vestido como blusa, vou dar uma colher de chá e refrescar a memória:

1. O vestido ser leve e fininho ajuda muito. Você vai colocar ele pra dentro da calça, portanto, quanto menos volume, melhor.

2. A calça precisa ser de um tecido mais escuro do que a blusa. Se for mais claro, vai ficar marcado.

3. A calça precisa ser, de preferência, mais larguinha, não muito colada no corpo, senão fica mais difícil esconder o vestido embaixo.

Pronto, facinho. Dessa vez, eu escolhi uma calça azul marinho, de cintura alta, folgadinha e super fresca. Calça pro verão, pra mim, tem que ser assim, folgadinha e de tecido leve. Passo longe do jeans.


Calça e blusa escolhidas, vamos aos acessórios. Eu gostei tanto daquele colar de corda usado como cinto no post de terça, que resolvi repetir a dose. E não é que achei ainda mais legal hoje, com o contraste com a calça azul?


Pra finalizar, queria inserir uma outra cor na história. Achei ontem solto aqui em casa esse lenço de seda que servia pra amarrar um vestido de festa da mesma cor. Não pensei duas vezes, prendi o cabelo e amarrei o bichinho na cabeça. Como  tecido é super leve e natural, não esquenta e eu ainda fiquei com o pescocinho livre. Daí, foi escolher o brincão e pronto.


E, pra tirar o atraso, hoje, no fim do dia, tem o look mais um look da mini semana! Aguarde e confie!

Créditos:

Vestido usado como blusa: Nuage
Calça: American Apparel
Cinto: Drê Magalhães na MyFots
Brinco: TopShop
Sapato: Sollas
Lenço: ATeen

Semana temática: vestidinho branco - look 1

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Quem tava com saudade da porta amarela levanta a mão! E quem tava com saudade de uma semaninha temática? Vamo então juntar as duas coisas e voltar ao batente com o pé direito?

Tem algumas semanas que recebo pedidos de moças em desespero com esse calorão: "Jojô, como faz pra ir trabalhar e não passar vergonha nesse calor?" Pois bem, hoje a gente começa a responder isso aí! E, o melhor, usando uma peça mesma curinga de hoje até sexta (ok, vamos ter um look a menos na semana porque hoje já é terça, mas quem sabe eu não posto um de brinde no sabadão)! Então, vamo lá, mulherada?

A tal peça curinga foi escolhida a dedo. Precisava ser fresquinha e render bem durante a semana. E, como estamos falando de calorão mesmo, nada mais recomendável do que um vestidinho branco. Parece óbvio, mas saio na rua no verão e fico impressionada com a quantidade de gente usando roupa escura por aí. Outra coisa, tem que ser leve, gente! Tecidos fininhos e, de preferência, de tramas naturais. Por fim, nada colado no corpo! Em algum momento você vai suar e roupas muito justas vão marcar mais o suor. A ideia é deixar o corpo sentir o ar, respirar. Pronto, tá aí a nossa peça curinga que nos acompanhará até sexta.


Bem, começamos a semana com ele assim, clean e fresquíssimo. Só com um cintinho e corda marcando a cintura e duas pulseiras douradas. Uma coisa, assim, navy chic.


Aliás, falando no cinto, ele apareceu por aqui há algumas semanas como um colar. Tem coisa melhor do que uma peça versátil desse jeito?


Bem, look 1 da nossa semaninha, check! Amanhã tem look 2 com o vestidinho branco.

Créditos:

Vestido: Nuage (e tá na liqui)
Cinto: Drê Magalhães
Sapato: Zara
Pulseiras: Q-Guai
Óculos: Ray Ban
Carteira: Zara

Rio, isso é maldade.

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Ô, Rio de Janeiro, isso que cê faz comigo é maldade! Toda vez que eu venho te ver, você judia de mim desse jeito!

E nem vem me dizer que a vida é assim. Que amor de verão é feito pra acabar no auge, pra gente ficar lembrando daqueles momentos juntos e sentir voltar na boca o gosto do que não foi mas podia ter sido.

A gente sabe que o nosso amor já vem de outros Carnavais. Na verdade, vem do inverno de 2002, quando, depois de idas e vindas, a gente resolveu morar junto. Foi nesse inverno, sentindo o vento fresco soprar na praia de Ipanema, que eu me apaixonei por você de verdade.

Aí veio o verão e, mesmo pegando o busão sem ar-condicionado pra ir pra faculdade, eu já tinha me entregue ao nosso amor.

Então, não me vem com essa de que você pode me tratar assim, de qualquer jeito. A gente tem história.

Mas tudo bem, com você, eu sou mulher de malandro. Você me maltrata e eu te ligo no dia seguinte, te chamando pra sair. Não foi, nem vai ser a última vez. Sabe por que?

Porque você me deixa solta, me faz sambar, sentar na calçada às 3 da manhã, fazer amigos onde quer que eu vá. Você me faz não ter preguiça de correr, subir ladeira, suar. Você me faz ter pressa em viver, mas só em viver. Nas outras coisas todas, você me faz ter calma. Você me faz soltar os cabelos e botar a barriga de fora e depois prender os cabelos de novo porque eles estão salgados do mar e a vida não espera ir pra casa se arrumar de novo.

Ô Rio, eu só te peço que tenha um tiquinho de piedade de mim. Da próxima vez que a gente se encontrar, por favor, guarde as suas maravilhas para a minha chegada e, quando eu partir, vê se tenta ser um pouquinho menos deslumbrante.


É, pessoal, assim chegamos ao fim da nossa temporada carioca. De volta à São Paulo, de volta à porta amarela. 2015, tamos aqui!

Amanhã voltamos com a programação normal (e sempre especial hehehe) de posts.