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Inverno no Rio

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A única coisa que pode salvar uma segunda é a lembrança ainda tão próxima de um domingo feliz. Ok, talvez isso faça com que a segunda seja um pouquinho pior.

A verdade é que, sempre que eu volto do Rio, rola uma renovada na alma e uma aquecida no coração que faz com que começar uma nova semana não seja tão doloroso assim. Especialmente quando a noite de segunda significa deitar na cama e postar fotos na beira do mar enquanto, na TV, rola Emmy Awards. #winning

Bem, eu falei beira do mar? Ok, falei. Mas, veja bem, estamos falando da beira do mar de agosto. Do inverno no Rio. Do inverno de céu azul, tempo fresco e mar da cor do céu. Estamos falando de praias com a quantidade exata de pessoas que não dá a sensação de abarrotamento, nem de esvaziamento demasiado.

Eu tava indo pra praia à pé mesmo. E, por cima do meu biquini tomara que caia, escolhi um macaquinho preto, porém levíssimo e com as costas recortadas. A ideia era montar um look pra praia que fosse mais urbano e moderninho e que tivesse a ver com a estação.


Pensando nisso, combinei o macaquinho com acessórios de cores neutras: bolsa saco branca (tudo a ver com a informalidade da praia) e sandalinha preta super aberta.

Aliás, tenho tentado ampliar os meus horizontes calçadísticos praianos. Eu amo Havaianas, mas, de vez em quando, é bom flertar com sandalinhas diversificadas de vez em quando.



Pra finalizar, dois acessórios com uma pegada mais ousada pra dar uma apimentada no basicão praiano invernal: óculos pied de poule PB e turbante cinza com uma estampa super minimal.

Turbante é outra coisa que estou introduzindo há algum tempo nos outfits praianos, especialmente porque ele resolve bem a questão do cabelo ao vento e ainda dá um ar estiloso pro look, mesmo quando se está só de biquini ;-)


Mas o melhor acessório de todos, definitivamente, foi o dia lindo que o Rio nos deu de presente. Que todos os finais de semana sejam privilegiados com esse mesmo colorido. E, se as semanas puderem ser também, a gente agradece.

Créditos:

Macaquinho: Forever 21
Bolsa: Marc by Marc Jacobs
Sandália: Zara
Óculos: Zara
Turbante: AMP


Uma auto-análise de estilo

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Eita que essa semana foi corrida e eu quase não consegui aparecer por aqui. Porém, cá estou eu, num sábado de manhã, pra começar a compensar a minha ausência.

Outro dia, alguém fez um comentário num dos posts aqui do blog (ou no Insta, não lembro) sobre como eu tenho andado mais básica depois que mudei de trabalho. A pessoa me perguntou se isso teria alguma coisa a ver com um ambiente de trabalho mais formal ou com coleguinhas mais tradicionais.

Li o comentário e, imediatamente, comecei a tentar lembrar dos últimos looks pra tentar fazer uma auto-análise. Engraçado como, às vezes, a gente precisa do olhar de uma outra pessoa pra se dar conta de algumas coisas.

Talvez a palavra que melhor defina o meu estilo no último mês (não coincidentemente, desde o início do trabalho novo) seja adulto. Não, não estou falando isso como se fosse uma coisa boa. Nem como se fosse uma coisa ruim. A verdade é que, com o trabalho novo e as novas responsabilidades que vieram com ele, eu acho que devo ter feito escolhas, mesmo que inconscientes, na direção de um estilo menos girlie e mais adulto. A pessoa tá querendo imprimir responsabilidade no trabalho novo, entende?

A coisa boa de se dar conta disso tudo é conseguir prestar atenção nas minhas escolhas pra conseguir fazê-las de um jeito mais consciente e sem abrir mão do estilo que me faz ser o que eu sou. Evoluindo, claro, mas sem perder a essência.

Dito isso, o look desse post foi uma escolha bem consciente e feliz. Eu ando numa tara por brancos e pretos e looks monocromáticos de uma forma geral. E, desde o fatídico post de debut da saia branca, eu ando querendo usá-la novamente.

Dessa vez, a ideia era usá-la justamente marcando a cintura e deixando que o evasé trabalhasse a favor de me proporcionar um corpinho mais curvilíneo. Para isso, escolhi uma camisa social branca super clássica e, pra não ficar muito folgadinha e perder a cintura, dei o truque do acabamento com o nozinho na frente.


Eu simplesmente amei o resultado do look total white. Sempre acho que o look branco acaba ganhando até do preto. Ele combina a elegância da cor neutra com uma leveza e personalidade que é só o branco tem.

Sobre acessórios: a escolha da bolsa foi até meio óbvia. Eu tinha acabado de comprar. Passei na Zara no dia antes, enquanto esperava o boy sair do trabalho. Dei de cara com essa carteira e me identifiquei na hora. Eu tava de TPM e estressada por conta do trabalho e a bolsa me ajudou a dar risada de mim mesma (é bom quando as roupas fazem isso pela gente, né?).



Se não deu pra ler direito, a bolsa diz: "Stressed" (estressado) na frente e "but well dressed"(mas bem vestida) atrás. Tem como não amar?

Finalizei a história com um sapato prateado, porém com um ar bem masculino, só pra dar uma pitada mais moderna.


Ah! E prendi o cabelo! Na verdade, as primeiras fotos desse look foram feitas com o cabelo solto. Mas, lá pela metade da sessão, percebi que o cabelo estava cobrindo essa gola linda e armada. Prendi na hora e achei que fez toda a diferença. ;-)

Bem, tá aí o meu post matinal de sábado. E mais tarde tem mais novidades! Acabei de chegar no Rio com uma mala bem interessante! Conto no próximo post.

Bom sábado procês!

Créditos:

Saia: Zara
Camisa: Turquesa
Sapato: C&A
Carteira: Zara
Óculos: American Apparel
Anel: B.Luxo

Efeito cara de bobo

Vira e mexe, num relacionamento, há de se separar um momentinho no meio de uma semana corrida para, simplesmente, parar, sentar num restaurante gostoso (ou na sala de casa mesmo), tomar uma tacinha de vinho e botar o papo em dia.

E, nesses dias, não tem nada mais gostoso do que conseguir sair um pouquinho mais cedo do trabalho, passar em casa, tomar um banho e investir um tempinho em se arrumar pro tal date. Tem coisa melhor do que ver a cara de bobo do homi quando dá de cara com a gente toda arrumadinha e cheirosa?

Pois bem. Ontem, no meio de uma tarde atribulada, me veio uma vontade doida de chamar o boy pra jantar. Só nós dois.  Nos últimos dias eu andava tão mal humorada por conta da TPM que resolvi que ele merecia um jantarzinho de agradecimento pela sua infinita paciência. E, já que era pra agradecer, melhor agradecer direito. Vestido novo, make, salto alto. A meta era clara: causar a tal cara de bobo.


Como era só um jantar despretensioso no meio da semana, optei por um vestidinho wrap bem discreto (nada de brilhos, nem muita pele à mostra), mas que marca a cintura de um jeito super feminino.

Como a pegada era ser feminina sem ser vulgar, aproveitei pra fazer um olho gatinho mais marcante e o resto da make bem básica.


Aproveitei o clima mais conservador do vestido pra caprichar em bijus douradas com um arzinho vintage e complementei com a tiara, também dourada, que deixa tudo com um arzinho meio de princesa.


O último item a integrar o look foi a bolsinha preta trançada com fecho geométrico e alça de corrente também dourados.

Look completo e efeito desejado cumprido com louvor. Cara de bobo: check.

Créditos:

Vestido: Andrea Marques
Bolsa: Coquette (Barcelona)
Sapato: C&A
Tiara: Accessorize
Pulseiras: Q-Guai

Um vestido com pernas

Eu tenho uma tara estranha por macacões. Não estou falando de macacos grandes, obviamente. Nem, das jardineiras jeans que bombaram na década de 80 e, desde o verão do ano passado, todas as vitrines das lojas e editoriais das revistas falam que a gente tem-que-ter.

Estou falando de peças que, apesar de terem esse modelito parte-de-cima-que-junta-com-parte-de-baixo, passam longe da informalidade do que a gente considerava macacão lá na minha época de infância.

A verdade é que, talvez, os anos 80 tenham sido a única época quando o macacão era realmente popular. E, talvez, exatamente por isso, muita gente ainda guarde consigo um certo preconceito, fruto de uma visão muito restrita do que pode vir a ser um macacão.

Pois estamos aqui hoje para desmistificar o macacão.

Ainda hoje, achar um macacão por aí não é tarefa fácil. E acho que deve ser por essa falta de popularidade que eu gosto tanto deles. É tão raro ver gente na rua usando, que, quando eu me deparo com algum, me sinto na obrigação de olhar com carinho e experimentar.

E, nessa minha trajetória de anos buscando macacões diferentes e bonitões, me deparei com muita coisa linda. Mas, mais do que isso, entendi que macacão nada mais é do que um vestido que cresceu pernas. E, tal qual um vestido, ele pode ser de tudo o que é jeito: chique ou despojado, estampado ou minimalista, brilhoso ou discreto.

Basta ficar atenta pra achar um que vai ser a sua cara. Bem, hoje vamos falar de um que achei a minha.

Pra começar, queria falar do modelo dele, que foi a primeira coisa que me encantou. Uma sub-tara bem recente da minha tara de macacões é a minha tara por macacões com aquela modelagem meio mecânico, sabe? Folgadinho, com manga curta, vários bolsos. Bem, esse era assim. Mas não pára por aí.

O mais legal é que, apesar da modelagem meio masculina, ele tinha a estampa mais doce do mundo. Com um fundo numa cor entre marrom e camelo (não sou boa com nomes de cores alguém me ajuda?), o tal macacão era salpicado por flores rabiscadas em preto, com detalhes delicadamente pintados de rosa e branco. Lindo, singelo e super diferente.


Como a modelagem era largona e eu não queria ficar parecendo muito largada, resolvi incluir, na composição, um cinto bem fininho marrom que quase se camuflou no fundo da estampa. O look já tinha muita informaçao (da cabeça aos pés estampada não é exatamente o que podemos chamar de minimalista), então, a ideia era só marcar a cintura e deixar a coisa o mais discreta possível.


Pra fechar essa história, e, já que estamos ousando no look, achei melhor apostar em acessórios clássicos: sapato preto e a bolsa vintage mais linda a habitar o meu armário.


Ah! E teve o turbante, né? Mas isso já tá virando básico por aqui :-)

Créditos:

Macacão: Andrea Marques
Cinto: H&M
Bolsa: brechó em Buenos Aires
Sapato: Arezzo
Turbante: Urban Outfitters

Sábado na estrada

Uma das coisas mais gostosas de namorar alguém é fazer coisas juntos que você não faria sozinho. Ter alguém pra te apresentar outros pontos de vista sobre a vida, outros hobbies, outras paixões. Enriquecer a sua vida com o olhar do outro e se aventurar em lugares onde você ainda não tinha se imaginado.

Comigo e com o namo, uma dessas coisas que ele me apresentou foi a sua paixão por motos, um gosto que vem da família dele e que ele cultivou desde bem novo. Era um universo que eu não conhecia nem de longe e que me surpreendeu desde o primeiro dia que ele me levou pra dar uma voltinha. Na verdade, o que mais me encantou na história foi descobrir que o gosto pela moto era só uma pontinha de uma paixão ainda maior: a de se jogar na estrada e conhecer o mundo.

Bem, tudo isso pra dizer que ontem subimos na moto. Não foi pra ir muito longe, mas foi a oportunidade de conhecer dois lugares aqui pertinho de São Paulo que eu ainda não tinha ido. Mas, antes, vamos ao look biker-girl.

A ideia de um look pra montar na moto sempre parte dos mesmos princípios:

1. Estar bem coberta é item de segurança: nada de joelhos nem braços de fora. Calça sempre jeans ou de couro, nada fininho. E, como manda o figurino, jaqueta de couro por cima. 

2. Estar bem coberta pra não passar frio: nas ruas de São Paulo já tá frio andando à pé. Imagine com o vento na cara na estrada. Portanto, a segunda dica é: camadas. 

3. Praticidade e conforto são palavras de ordem. Nada de acessórios muito complicados. Nos pés, botas, nas costas mochila com os essenciais pra passar o dia.

Bem, dito isso, vamos às escolhas da vez. Resolvi entrar no clima mesmo e começar a história com uma camiseta bem rockn'roll. Por cimam, camisa jeans soltinha, perfeita pra ir embaixo da jaqueta de couro preta (que não apareceu nas fotos mas foi comigo).



Na parte de baixo, calça jeans escura pra fazer o contraste com a camisa. E botinha preta pra fechar.


Mas o que eu mais gostei mesmo no look foi a participação da mochila de oncinha. Um jeito prático de deixar o look mais fofo e feminino.

Bem, voltemos agora à melhor parte do dia: os destinos.

Primeiro fomos pro Templo Zu Lai, um templo budista, logo ali em Cotia. Além do templo, que por si só já vale a vistita, o lugar ainda conta com um lago cercado por um jardim enorme de inspiração oriental. Perfeito para relaxar em contato com a natureza. Impressionante como um lugar tão pertinho de São Paulo pode transmitir tanta paz. (lá no meu Instagram, o @mourajo, tem fotos da minha ida lá)

Depois, seguimos pra Embu das Artes. Um município a 30km de São Paulo conhecido pelo artesanato. Além das feirinhas de rua cheias de coisinhas interessantes e barracas de delícias pra comer, a cidade ainda tem um monte de lojas de móveis bacanas e restaurantes fofos. Vale a visita.

Depois do dia intenso, só me restou voltar acabada pra casa pra cair na cama exausta e feliz. Nada como descobrir lugares novos pra fazer o finde valer mais  à pena, certo?

Créditos:

Calça: Dzarm
Camiseta: Lee Loo
Camisa jeans: Riachuelo
Mochila: Dzarm
Bota: Schutz




Jeans pra todo lado

Hoje tá MUITO frio! E eu aproveitei o gelo pra desenterrar o casacão camelo que foi mencionado nos comentários de ontem (meus agradecimentos sinceros à Elaine, que deu essa ideia brilhante pra salvar o meu dia!). Com o frio que baixou hoje em São Paulo, só ele era mesmo capaz de me salvar.

A dúvida, portanto, era simplesmente, o que usar por baixo desse camelo edredon que eu teimo em chamar de casaco.

Bem, quem acompanha o blog desde o comecinho lembra que, durante o primeiro ano todo, o jeans não apareceu aqui com muita frequência. A verdade é que jeans, pra mim, lembrava a época da adolescência, de usar uniforma pra ir pra escola. E, quando eu comecei a trabalhar, acabei deixando ele de lado.

Mas eu não sei o que me deu ultimamente que ando com uma fascinação por jeans que nunca tive. Olhei pro armário e só conseguia pensar em jeans. Jeans com jeans.

Escolhi uma calça de jeans mais escuro e uma camisa de jeans mais claro pra dar o contraste.


Sobre a camisa especificamente, como não se apaixonar por uma camisa jeans com bolinhas pintadinhas? Um detalhe tão simples e que faz tanta diferença. E eu realmente adoro a combinação de jeans com marrom. Sei lá. Pra mim o jeans foi feito mesmo pra acessórios marrom, sei lá, acho que deve ter algum cowboy que habita o meu imaginário e usa calças jeans e botas marrom (marrom tem plural? agora fiquei na dúvida...).


E, como o look tava todo na pegada do azul e do camelo, achei que uma bolsa marrom faria uma composição mais harmônica.


O batom vermelho foi o jeito de trazer uma pitada mais feminina e sexy pra um look todinho coberto.


Ah, e eu preciso alertar que não sinto muito frio nos pés, então bastou um sapatinho mais fechado pra resolver o problema.


E foi assim, com o meu casacão camelo, muito jeans  uns acessórios fofos que eu consegui sobreviver até voltar ao meu edredon, exatamente de onde eu saí hoje de manhã :-)

Créditos:

Calça: Maria Filó
Camisa: Lee Loo
Casaco: H&M
Sapatos: Zara
Bolsa: Marc by Marc Jacobs

Estranhices e controvérsias

Queria começar agradecendo a todo mundo que comentou no post de ontem (pra quem não leu, é só clicar aqui ó). Fiquei muito feliz de ver que o post suscitou um debate muito bacana sobre críticas bacanas, críticas não bacanas, exposição na web, egos inflados, blogueiras glamurizadas, liberdade de expressão, liberdade de expressão fashion. E o que me deixou mais feliz: tudo com muita educação.

Respeito a opinião de cada pessoa que passou por aqui hoje e deixou a sua visão sobre a história. Assim a web fica bem mais legal!

Bem, já aviso de antemão que o post de hoje contém estranhices e controvérsia.  Comecemos pela controvérsia.

Há um tempão atrás, quando eu tava começando com essa história de misturar estampas no blog, eu falei aqui que o melhor jeito de combinar estampas era escolher estampas que fossem contrastantes: listras com flores, minimalistas com maximalistas e até cores opostas que fizessem um contraste bonito e bem óbvio. Mas, como tudo na vida, depois que a gente passa um tempo cumprindo as regras, chega a hora de se aventurar pelo novo e ousar. E foi isso que eu tratei de fazer no post de hoje.

Eu tava doida pra usar o meu body que tem cara de camisa (esse aqui, que usei no domingo) pra ir trabalhar. Mas o tempo tá meio estranho e eu queria usar com alguma coisa quentinha por cima. Olhei pelo armário e não achei nada quentinho e liso que não brigasse com a estampa da camisa.

Bem, da falta se fez a criatividade. Na ausência de um que combinasse perfeitamente, resolvi tentar combinar o que eu considerava incombinável: duas estampas bem parecidas e que com as mesmas cores. E, para a minha surpresa, achei o resultado demais da conta. Ó só:


Agora que falamos da controvérsia, vamos à estranhice (agora que já desvendamos o look, cês vão entender melhor).

Vira e mexe eu aproveito esse espaço pra declarar o meu amor pelo vintage e pelo estilo meio vovó. Não tem muito tempo, fiz um post inteirinho dedicado ao assunto (quem lembra?). Pois bem, roupa de vó então já virou meio parte da nossa rotina aqui no UASZ. Porém, contudo, todavia, é a primeira vez que eu monto um look, olho no espelho e penso: "roupa de vô".

Pode subir o scroll e olhar de novo. Tem ou não cara de roupa de vô? Calça de alfaiataria folgadinha, camisa de botão e tricô larguinho. Roupa de vô.


E mesmo com toda essa informação masculina, achei que o look ficou com uma carinha meiga. Três coisinhas fizeram a diferença pra dar mais feminilidade pra história: 1. o batom rosa choque 2. o sapato mais moderninho e com salto 3. o cabelinho meio desgrenhado que deixou a coisa um pouco mais moderna.

Bem, por hoje é só. Amanhã tem look bem quentinho pra aguentar o frio que baixou aqui em São Paulo agora à tarde. E, até lá, só o edredon salva!

Créditos:

Calça: Zara
Body camisa: Andrea Marques
Tricô: Forever 21
Sapato: Zara