terça-feira, 21 de maio de 2013

Chegamos no paraíso: Ko Phi Phi

Depois de quase uma semana em Bangkok, seguimos para o sul da Tailândia, na direção do mar. Depois de um vôo, um ferry e um long tail boat (numa tradução literal seria alguma coisa como 'barco com rabo grande', por conta da hélice comprida que impulsiona o barco), finalmente chegamos em Ko Phi Phi, mais precisamente, em Phi Phi Don.

Phi Phi é um conjunto de duas ilhas a duas horas de Krabi (onde o nosso avião aterrissou): Phi Phi Don, a ilha grande onde nos hospedamos, e Phi Phi Le, a ilha menor, famosa por abrigar Maya Bay, a baía que serviu de cenário para o filme A Praia. Só pra vocês terem uma idéia:


Olha a cor desse mar, minha gente!


A idéia com esse pulinho em Phi Phi era mesmo descansar um pouco na praia depois dos agitados dias em Bangkok, mas o cenário te faz não querer parar quieto. Pelo contrário, tudo é tão lindo, a natureza é tão fantástica que dá vontade de passar o dia desbravando cada pedacinho de cada uma das ilhas. E coisa pra fazer é o que não falta: desde snorkeling nas áreas mais rasinhas, à mergulho com cilindro em áreas mais profundas, passando por festas na vila e churrascos de frutos do mar na areia, além de diversos passeios de barco para as várias baías da região.

E, com tanta coisa pra fazer, a boa notícia é que se precisa de pouca ou quase nenhuma roupa. O clima é quente e a água do mar é morninha, então, esteja sempre preparada para um mergulho (mesmo à noite!).

O look de hoje parte exatamente deste princípio. Ficar gatinha e apresentável para qualquer situação praiana.


Eu sei, o maiô (assim como o chapéu) sofre de muito preconceito na nossa sociedade. Mas eu sou total defensora da peça. Acho chique, acho charmoso, prático e, ouso a afirmar, inclusive sexy. Claro que não estamos falando dos modelos tradicionais feitos para natação. A moda evoluiu, minha gente! E com ela, os maiôs. O de hoje, por exemplo, tem um corte super diferente com as costas quase inteirinhas de fora. E basta colocar um shortinho por cima pra ele virar um body super bacana.


Mas, claro, no fim das contas, estamos falando de um maiô e um shortinho jeans. Complexidade zero. Então, pra dar um up na coisa toda (e, já que estamos na praia e tá muito calor), que tal um coque alto arrematado por uma orquídea? Aprendi com as tailandesas. Elas adoram colocar flores no cabelo (aliás, o povo adora flores de uma forma geral, não tem um lugar na Tailândia onde você não se depare com um arranjo de flores fresquinhas decorando alguma coisa).


Daquelas pequeninices que fazem toda a diferença.

Créditos:

Maiô: Osklen
Short: Zara
Cinto: Zara
Sandálias: Havaianas
Óculos: ZeroUV

domingo, 19 de maio de 2013

A primeira aquisição de Bangkok

Não precisa de muito tempo em Bangkok para se perceber o caos em que a cidade vive. O trânsito é louco (e eu moro em São Paulo). O comércio é praticamente todo na rua com barraquinhas e feiras pipocando em cada calçada. Os templos lindos e antigos convivem lado a lado com hotéis chiques e modernos que, por sua vez, convivem com palafitas caindo aos pedaços em cima dos muitos rios que correm a cidade.

E é tudo isso que é apaixonante por aqui. Essa mistura louca e imprevisível. 

Mas, no meio disso tudo, encontrar um lugar tão lindo e organizado quanto o Jim Thompson's House Museum não deixa de ser um sopro de ar fresco.

O Museu é a antiga propriedade de um arquiteto americano que veio morar na Tailândia no final da Segunda Guerra. Aqui, ele se estabeleceu e montou sua empresa de comércio de seda. Culto e cheio da grana, ele colecionava obras de arte orientais que, hoje, compõem o acervo do museu. 

A casa permanece praticamente do jeito que ele a deixou, em 1967, quando, misteriosamente, desapareceu durante suas férias na Malásia. Além dela, o Museu ainda abriga um restaurante hiper fofo,  uma sala de exposições e um jardim de tirar o fôlego. E, assim como no post anterior, foi ele que acabou servindo de cenário pras fotos do look escolhido para a visita:


A saia foi a escolha perfeita para o dia abafado. Ultra levinha e confortável. Mas, falemos da blusinha porque ela é aquisição aqui da viagem. Na noite anterior à visita ao Jim Thompson's, fomos dar uma voltinha pelo Asiatique Night Market, um recente complexo de mini lojinhas e restaurantes que fica ali de cara pro Rio. Um lugar delícia pra passear à noite, jantar vendo os barquinhos passarem e dar uma voltinha na roda gigante e ver Bangkok de cima.

 A maior parte das lojinhas do Night Bazar são bem turísticas, com artesanatos locais que não variam muito de um lugar pro outro. Mas, tem um cantinho, perto do Rio, entre os pavilhões 2 e 3, que é cheio de lojinhas de roupas e acessórios bacanas e super bem cuidadas. E foi lá que eu encontrei a blusinha de hoje.


O que me encantou nela foi a delicadeza inusitada da estampa: mini pessoas com cabeça de raposa (alguém viu o Fantástico Mr Fox do Wes Anderson?). A estampa espaçada também dá o aspecto meio de pijama, que, segundo o Marc Jacobs, anda bem na moda - apesar de eu achar um tanto quanto estranho. Mas, por essas e outras, simpatizei com a blusa e cá está ela.

Ah! Quem quiser acompanhar mais de pertinho ainda a viagem, corre lá no Instagram e procura @mourajo. Tem mais um monte de fotos da viagem por lá.

Créditos:

Saia: B.Luxo
Blusa: Does mondays have an apostrophe before the s - (sim esse é o nome da marca) no Asiatique Night Bazar em Bangkok
Sapato: Corello
Chapéu: lojinha em Ilha Bela
Óculos: Zero UV
Bolsa: Zara

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Dia de mordomia

Mais um dia, mais um look em Bangkok. Passamos os três primeiros dias correndo pra cima e pra baixo tentando ver tudo o que dava, enfiando o máximo de coisas possíveis nas limitadas 24hs do dia. No quarto dia, estávamos mortinhos da silva. 

Resolvemos que precisávamos de um pouquinho de vida boa. Como era domingo, demos uma googada em lugares pra tomar um bom brunch e nos deparamos com o Dusit Thani, um hotel chiquerérrimo de Bangkok. O Dusit tem diversos restaurantes (o D'Sens que fica no terraço também é ótima dica), mas o famoso brunch acontece todos os domingos, a partir de meio dia no The Pavillion).

Vale chegar com um pouco de antecedência pra dar uma voltinha pelo hotel. O jardim logo ao lado da piscina é uma coisa linda de se ver e acabou virando cenário para as fotos de hoje:


Falando em look, depois de 3 dias na Tailândia se percebe que as condições climáticas não permitem mais que um short e uma blusinha. Haja criatividade pra brincar só com esses dois elementos. Aí nos resta brincar com cores e estampas. Hoje eu resolvi misturar listras com onça e acho que deu um up interessante ao básico jeans e camiseta.




Outra coisa boa e essencial é o chapéu que sempre dá uma bossa pro look. Esse de hoje nem é tailandês, não. Ele veio lá de Ilha Bela na minha mala. Ele é leve e faz uma bela sombra pra proteger do sol forte daqui.


Por último, a bolsa da viagem. Sempre que vou fazer mala, uma das coisas que mais presto atençnao é nas bolsas e sapatos que vou levar. Primeiro porque são dois ítens que ocupam muito espaço na bagagem e, segundo, porque eles devem combinar com boa parte das roupas que vou levar. Dessa vez escolhi a coruja porque, como estava indo pra um lugar muito quente, optei por roupas mais básicas e confortáveis. A coruja era o toque de personalidade que faria a diferença. Fora isso, ela é leve, prática e tem um ziper que fecha ela direitinho e previne de alguém enfiar a mão e pegar alguma coisa nela sem você perceber.


Ah! O brunch? Nunca ví nada igual. Vai de lagostas e frutos do mar que nunca acabam a pratos típicos da Tailândia. Champagne e vinhos são liberados e a mesa de sobremesas é de comer com os olhos. Recomendo.

Créditos:

Short: Zara
Blusa: H&M
Cinto: Zara
Sapato: Sollas
Óculos: Zero UV
Bolsa: Chinatown Londes
Chapéu: lojinha em Ilha Bela

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Bangkok: primeiras impressões e o Grand Palace

Foram 6 dias intensos em Bangkok. E, ainda assim, posso somente tentar descrever a cidade com alguma propriedade. Mas já adianto que considero uma tarefa dificílima. Acho que começo dizendo que Bangkok é linda, caótica e repleta de paradoxos.

Tenho muita coisa pra contar sobre esses 5 dias. Mas, pra deixar tudo mais rápido de prático, vamos combinar que não entrarei em micro detalhes pra não cansar vocês. Ao invés disso, em cada post, vou lançar alguns aprendizados práticos sobre a cidade que podem ajudar quem, porventura, estiver prospectando Bangkok como próximo destino.

Então, vamos lá: day 01.

A primeira coisa que TODO MUNDO fala pra se fazer em Bangkok é visitar o Grand Palace, então, logo no primeiro dia, lá fomos nós.

O Grand Palace é um complexo de construções bem no centro da cidade.  Nele, você encontrará a residência oficial do Rei e da Rainha da Tailândia, além de templos, museus, esculturas e jardins de fazer babar.


Vamos às dicas práticas pra quem está planejando uma visita:

1. Bangkok é quente. Muito quente. Absurdamente quente. Portanto, use roupas leves e leve sempre um chapéu com você. Ah! Protetor solar também é recomendado. E opte por chegar lá cedo. Além de mais vazio vai ser mais fresquinho.

2. O Grand Palace é cheio de templos e, como na maior parte dos templos por aqui, algumas regras de indumentária se aplicam:

- nada de pernas de fora: mulheres e homens devem estar cobertos até os joelhos.
- nada de regata: ombros de fora são proibidos também para homens e mulheres (e não vale ir de regata e cobrir com um lenço porque eles não deixam entrar.
- nada de transparência: mulheres com sutiãs aparentes também não são bem vindas.

3. A boa notícia é que, se você esqueceu as regrinhas ou resolveu emendar o Grand Palace em alguma outra programação que não exigia nada disso, dá pra alugar camisas, saias ou calças bem na entrada do Palace. O melhor é que não custa nada, você só deixa um dinheiro lá como garantia e depois pega de volta na saída.

Pausa para falar do look? Afinal, esse blog também é de moda, né?

Eu fui de vestido off white de algodão. Bem fresquinho. Mas, como o vestido era sem mangas, tive que alugar uma camisa. Juro que não achei das piores coisas desse mundo. Pra deixar o combo mais bonitinho, dei um nozinho na camisa logo acima do cinto.


Infelizmente, eu não levei chapéu. Não sabia qual era o esquema certinho antes de ir. Mas fui com um lenço fazendo as vezes de turbante, o que ajudou bastante quando a franja ficou suada demais para aparecer em público.


4. Último conselho: leve uma garrafinha de água pra chamar de sua. Mesmo que esteja vazia, ela será útil. Lá dentro, pouquíssimos lugares vendendo água, mas vários pontos de água filtrada (e bem gelada) para abastecer a sua garrafinha. São filtros grandes de metal com torneiras na frente e uns copinhos pra quem quiser beber. Só que os copinhos não são descartáveis (é! todo mundo bebe dos mesmos copinhos mesmo!), portanto, a garrafinha acaba sendo útil se você, como eu, não tem coragem de encarar a outra alternativa.

5. Se possível, vá num dia de sol. Como todas as construções lá dentro tem muitos detalhes em dourado e muitos espelhinhos (como esses aí da foto acima), a luz do sol batendo neles faz tudo brilhar.

O que procurar lá dentro:

1. Templo do Buda Esmeralda: depois de 5 dias em Bangkok e muitos templos, posso afirmar que esse é o meu preferido.


2. O jardim em frente ao Grand Palace (o prédio lá dentro que dá nome ao complexo): é lindo, bem cuidado e cheio de árvores bonsai.

3. Museu de Tecidos da Rainha: a Rainha Sirikit foi a grande responsável pela sobrevivência da economia da seda na Tailândia, apoiando pequenos produtores rurais e promovendo a seda Tailandesa ao redor do mundo. O Museu é lindo, bem cuidado (e tem ar condicionado!).

O Grand Palace é evento pra boa parte do dia. Como chegamos lá pelas 11 da manhã (num calor infernal), saímos quase no fim da tarde e morrendo de fome. A gente foi no The Deck, um restaurante ali pertinho, na beira do rio, com uma vista linda do Wat Arun, templo que fica na margem oposta. Depois de comer, subimos até o quarto piso do restaurante e, lá em cima, no terraço, tivemos a bela surpresa de encontrar o Amorosa. Um bar do próprio Deck feito só pra quem está a fim de tomar um drink e admirar o pôr do sol do outro.


Créditos:

Vestido: Farm
Cinto: BLuxo
Lenço: herança da mamãe
Camisa: alugada no Grand Palace
Bolsa: Chinatown wm Londres
Óculos: Zero UV

terça-feira, 7 de maio de 2013

Doha e o Dia das Mães

Antes de falar sobre o status da viagem, queria compartilhar aqui a minha felicidade por ter alcançado 7.000 seguidores lá no meu Instagram (o @mourajo). Ele começou como um lugar pra mim, que não tinha uma relação clara com o blog. Mas, com o passar do tempo, fui percebendo que eu e o blog não temos como nos separar, um é o outro e o outro é o um, e isso que é mais legal. Obrigada a todos que seguem, interagem e enchem todas as fotos de carinho e comentários felizes. Fiquei tão orgulhosa que até dei um printscreen do 7001.



Bem, à viagem, Não, eu ainda não estou na Tailândia.  Depois de 14 horas de vôo cruzando o Atlântico e a Africa, chegamos em Doha, no Qatar, no meio do Oriente Médio. Foi o vôo mais longo que eu já fiz na vida e um dos mais tranquilos também. Como embarcamos lá pelas 3 da manhã, eu entrei no avião tão cansada que dormi praticamente da hora que o avião decolou até a hora dele pousar.

Agora cá estou eu, iniciando a longa espera de 9 horas até embarcar na nossa conexão até Bangkok. Não posso dizer que não estou me sentindo um tanto quanto em casa aqui no Aeroporto de Doha, como vocês podem perceber na foto abaixo:


Bem, enquanto estou aqui esperando no aeroporto, lembrei que essa semana é dia das Mães. E eu não estarei perto da minha pra dar um abraço pessoalmente. Mas, mesmo longe, presente é sempre bom e toda mãe gosta.

Resolvi passar o tempo fazendo uma listinha de coisas pra dar de presente pras mamães. Aí, pra juntar o útil ao agradável, fui lá no site da Collector. Já fiz um post sobre eles aqui no blog e não escondo mesmo o meu amor pelo site, nem pela Fafá, figura, minha amiga e curadora de cada pecinha que entra na lojinha virtual. O bom é que, como você compra pela internet, filhas como eu podem mandar presentes para mamães que estão longe, como a minha.

Entrei lá e me deparei com uma seleção de presentes separados por perfil de mãe. Confesso que não encaixei a minha mãe em nenhum perfil específico, até porque acho que mãe, assim como qualquer mulher, nunca é uma coisa só. Aí resolvi que se tinha uma lista que dava pra eu fazer, era uma com a cara da minha mãe. Afinal, essa é a única mãe sobre a qual eu tenho propriedade pra falar. 

Então, cá está ela, ao meu Top 5 Dia das Mães. 


A minha mãe é mega cuidadosa com as coisas dela. Guarda cada bolsa em sua devida sacolinha de algodão, cada sapato em sua devida prateleira no closet. E se ela é cuidadosa com roupas e sapatos, imagina com jóias. A caisinha de vidro é fofa, delicada e perfeita pra guardar aquelas jóias mais amadas (e isso não tem nada a ver com valor financeiro).


(tinha dado uma de Carla Peres e escrito "hobby" na foto ahahahah Sorte a minha que uma leitora atenta me corrigiu)

Porque mãe que é chique, é chique até dentro de casa.


Porque ela é inglesa, ama os Beatles e, obviamente, toma chá.


Tem coisa mais linda e delicada e com cara de mãe? Porque mãe é aquela que enche a casa de flores, né?


Porque, no fim das contas, esse é sempre o melhor presente. Três palavrinhas que toda mãe adora ouvir.

Bem, quem gostar de alguma coisa, se agiliza e pede logo que a Collector consegue entregar a tempo. Eu agora vou ter que pensar um pouquinho mais porque a minha mãe lê o blog e já vai saber a minha listinha.

Bem, agora vou me embora que ainda tem mais umas 4 horas de espera por aqui e o boy já tá entediado de tanto que eu fico no computador. 

Até Bangkok, pessoal.


segunda-feira, 6 de maio de 2013

Finalmente, férias.

Sabem aquela última semana antes das férias? Aquela que te deixa maluca de tantas coisas que você tem que preparar antes do fatídico dia em que você conseguirá ficar de bobeira. Pois bem, é um imenso prazer vir aqui pra compartilhar que essa semana acabou de acabar e eu, finalmente, posso me declarar oficialmente de férias.

Era pra ter começado na sexta-feira, mas nem o fim de semana se safou da quantidade de coisas que eu tinha que preparar antes da viagem. Bem, já que toquei nesse assunto, vamos a ela.

Hoje embarco rumo à Tailândia para 25 dias de comer, relaxar e amar (vou com o boy :-). E, como não podia deixar de ser, estou embarcando com, nada mais, nada menos, do que 3 câmeras para registrar tudinho da viagem (inclusive os looks, é claro) e compartilhar por aqui.

Só pra dar um gostinho do que vem por aí, uma janelinha pra cada uma das cidades que vamos visitar:


Então, esse post, no fim das contas, é pra convidar cada uma de vocês a viajarem comigo durante esses vinte e poucos dias. Vamo?

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Aquela peça encalhada

Acho que todo mundo tem uma coisa no armário que adora mas não consegue usar com muita frequência. Os motivos podem ser os mais diversos: é linda mas não é confortável, o tamanho não é exatamente o certo, é muito quente pra usar o ano todo. 

No meu caso, a razão pelo pouco uso é que, apesar de acha-la linda e de ter me apaixonado pela cor tão fora do habitual, eu implico um pouco com o tecido porque ele pinica um tiquinho. Confesso que, se fosse nos dias atuais, teria pensado duas vezes antes de comprá-la, mas comprei na minha época pré-blog em que era bem menos exigente com as peças que entravam no armário.

Já pensei em vender a bichinha lá no Enjoei, mas ao contrário de tantas peças que foram encaminhadas para outros lares felizes, essa eu tenho um apego que não sei de onde vem. Quer dizer, na verdade sei. Há mais de um ano, durante a saga sem compras, quando eu não podia abrir mão de uma peça sequer do armário, eu montei um look com essa bichinha que me fez me apaixonar. Quem lembra desse aqui?

Pois bem, hoje resolvi repetir a dose com uma ou outra atualização. Mantive o blaser porque ele é super neutro e simplesmente porque amei essa manguinha aparecendo.


A calça entrou no lugar da saia porque realmente tem um ventinho frio soprando, especialmente no final do dia, que convida um pouco mais de cobertura. Lenço, idem.


Acabou que, no fim de um dia de uso, até perdi um pouco da implicância. Vamos ver se, no futuro, ela consegue romper a barreiro do 1uso/6 meses. Senão prometo que pratico o desapego e passo ela adiante!

E vocês? Qual a pecinha no armário que você não consegue desapegar apesar da falta de uso? Vamo tentar tirar ela do armário?

Créditos de hoje:

Calça: Zara
Blusa: Maria Bonita Extra
Blazer: Zara
Cinto: H&M
Sapato: Maria Bonita Extra
Bolsa: Accessorize
Lenço: Zara
Óculos: Zero UV